Beirando
o precipício da duvida,
Cansada
de lutar por causas tolas,
Guerras
de dentro de mim,
Me
condene se for capaz,
por
ir atrás do acredito
Se
foi pouco, se não foi o suficiente
Eu
lutei com unhas e dentes
Não
sei mais como acreditar
Quando
tudo desaba onde é seguro ficar
Eu
tive em minhas mão
Mas
agora não sei onde está
O
reflexo no espelho me olha com tristeza
Os
fantasmas do passado gritam impurezas
Me
afogam em nostalgia
Será
que vou poder seguir
Me
agarrando em sentimentos que eu inventei
Que
só vivem dentro de mim
Que
me devoram ao poucos
Me
deixando mais perdida,
Como num dia de
neblina e chuva fria
Eu quis tentar, eu
quis conseguir
Mas a impotência me
consome
Não adianta chorar,
gritar
Está tudo se
perdendo no tempo
E como eu vou
ficar, quando você também se for?
Tenho medo de
acordar,
os pesadelos são
mais seguros que a realidade
se a cada minuto
estamos mais perto do fim
e se os sonhos não
chegam mais
Tenho ânsia de
vida, mas a vida passa
Enquanto eu pouco
vivo,
Eu não quero
acordar longe da sua vista
Já não sei por onde
seguir,
cheia de medo e
anseios
Queria você aqui
Olho e você não
está
A impotência me
consome
Pois só te encontro
dentro de mim
está estampado na
cara
Eu já perdi muito
Tenho medo de te
perder também
E a impotência me
consome .

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